Tectônica de Placas

image

A partir de análises, podemos distinguir ambientes onde ocorrem diferentes processos geológicos. O planeta Terra está constantemente sofrendo alterações tanto em sua superfície como em seu interior. E o movimento das placas tectônicas é o resultado dessas alterações internas e é a causa delas na superfície terrestre.

A crosta terrestre, mais precisamente a litosfera, está quebrada em um determinado número de placas rígidas, que se deslocam com movimentos compressionais, distensionais e cisalhantes. Abaixo, a Falha de San Andreas, na Califórnia, mostrando a estrutura geológica resultante do movimento cisalhante entre as placas do Pacífico e a Norte-americana. A falha é famosa por produzir grandes e devastadores sismos, como o de 1906 magnitude 8 na escala Richter.

image

Essas movimentações ocorrem porque a Litosfera, mais leve e fria, praticamente “flutua” sobre o material mais quente e denso e parcialmente fundido, existente no topo da Astenosfera. É nessa parte viscosa, dos primeiros 200 km da Astenosfera, que são geradas as correntes de convecção, supostamente o mecanismo que proporciona a movimentação das placas tectônicas.

As placas deslizam ou colidem uma contra as outras a uma velocidade variável de 1 a 10 cm ao ano. Nas regiões onde elas se chocam ou se atritam, crescem deformação nas rochas e, periodicamente nesses pontos, acontecem os grandes terremotos. É também próximo das bordas das placas que o material fundido mais especificamente o magma, existente no topo da Astenosfera, ascende até a superfície e derrama-se ao longo de fissuras, ou através de canais para formar os vulcões.

Apesar de os terremotos e vulcões normalmente ocorrerem próximo aos limites das placas, excepcionalmente, podem acontecer terremotos nas regiões internas das placas. Existem 3 tipos de contatos entre as placas tectônicas proporcionados por movimentações com sentido divergente, convergente, de deslocamento horizontal ou falha transformante. 

Yara Izabelle Coswosk
Diretoria de Projetos do Portal do Petroleiro
Graduanda em Engenharia de Petróleo
Fonte:
Apolo11 – Curiosidades e Conhecimento. Conheça a Deriva Continental e as Placas Tectônicas. Disponível em: www.apolo11.com/curiosidades.php?posic=dat_20060110-084859.inc

https://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_tect%C3%B3nica#/media/Ficheiro:Limitesdeplacastect%C3%B3nicas.PNG

https://renovamidia.com.br/134-pequenos-terremotos-detectados-na-falha-de-san-andreas-em-apenas-uma-semana/

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Tectônica de Placas

A partir de análises, podemos distinguir ambientes onde ocorrem diferentes processos geológicos. O planeta Terra está constantemente sofrendo alterações tanto em sua superfície como em seu interior. E o movimento das placas tectônicas é o resultado dessas alterações internas e é a causa delas na superfície terrestre.
A crosta terrestre, mais precisamente a litosfera, está quebrada em um determinado número de placas rígidas, que se deslocam com movimentos compressionais, distensionais e cisalhantes. Abaixo, a Falha de San Andreas, na Califórnia, mostrando a estrutura geológica resultante do movimento cisalhante entre as placas do Pacífico e a Norte-americana. A falha é famosa por produzir grandes e devastadores sismos, como o de 1906 magnitude 8 na escala Richter.

Essas movimentações ocorrem porque a Litosfera, mais leve e fria, praticamente “flutua” sobre o material mais quente e denso e parcialmente fundido, existente no topo da Astenosfera. É nessa parte viscosa, dos primeiros 200 km da Astenosfera, que são geradas as correntes de convecção, supostamente o mecanismo que proporciona a movimentação das placas tectônicas.
As placas deslizam ou colidem uma contra as outras a uma velocidade variável de 1 a 10 cm ao ano. Nas regiões onde elas se chocam ou se atritam, crescem deformação nas rochas e, periodicamente nesses pontos, acontecem os grandes terremotos. É também próximo das bordas das placas que o material fundido mais especificamente o magma, existente no topo da Astenosfera, ascende até a superfície e derrama-se ao longo de fissuras, ou através de canais para formar os vulcões.
Apesar de os terremotos e vulcões normalmente ocorrerem próximo aos limites das placas, excepcionalmente, podem acontecer terremotos nas regiões internas das placas. Existem 3 tipos de contatos entre as placas tectônicas proporcionados por movimentações com sentido divergente, convergente, de deslocamento horizontal ou falha transformante.
Yara Izabelle Coswosk
Diretoria de Projetos do Portal do Petroleiro
Graduanda em Engenharia de Petróleo
Fonte:
Apolo11 – Curiosidades e Conhecimento. Conheça a Deriva Continental e as Placas Tectônicas. Disponível em: www.apolo11.com/curiosidades.php?posic=dat_20060110-084859.inc

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.